Damn Right, I've Got the Blues
Buddy Guy · Damn Right, I've Got the Blues · 1991
O timbre vem de uma Stratocaster direto em dois amps tweed do produtor John Porter — um Bassman '58 e um Deluxe — sem pedal nenhum, com toda a sujeira saindo do volume alto e da força da mão direita. Guitarra e amps são documentados pelo próprio produtor; os valores de knob são deduzidos desse equipamento somados ao som da gravação. Para se aproximar: captador da ponte, graves bem baixos, médios e agudos altos, ganho no ponto em que o amp quebra só quando você bate forte.
Where these numbers come from: worked out from the documented rig and the sound of the record
Tuning
Standard tuning, no capo
Música em Lá; o solo é todo em pentatônica de Lá menor com nota alvo terça maior, tudo em afinação padrão.
Guitar
- Fender Stratocaster · single coils Fender (modelo não especificado) · captador da ponte (com passagens no captador do braço)
Amp
Fender Bassman '58 tweed
Amp pessoal do produtor John Porter, levado por ele às sessões em Londres. Na escala 1–12 do próprio Bassman isso equivale a Presence 12, Middle 12, Bass 2, Treble 11, entrada Bright, volume Normal zerado; o ganho vem do volume alto, não de pedal.
Amp
Fender Deluxe tweed
Segundo amp da sessão, também de Porter; o tweed Deluxe só tem volume e tone, por isso os demais controles ficam nulos. Usado somado ao Bassman para engrossar o corpo e adicionar quebra natural.
Tone character
Strat cortante e sujo · médios à frente · graves enxutos · crunch de válvula tweed · ataque agressivo e dinâmico · sustain curto e vocal
O solo pede bends de tom e tom e meio com afinação exata, vibrato rápido e nervoso, deslocamento entre várias posições da pentatônica de Lá menor e um controle de dinâmica na palhetada que vai do quase sussurro ao grito.
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